Idoso é um termo que indica uma pessoa com uma vivência traduzida em muitos anos. Em geral, a literatura classifica as pessoas acima dos 60 anos como idosos, embora tenha passado, recentemente para os 65 anos.
A idade pode ser biológica, psicológica ou sociológica à medida que se enfoca o envelhecimento em diferentes proporções das várias capacidades dos indivíduos.
Actualmente, considera-se a existência de uma “Quarta Idade” que englobaria pessoas com 80 anos.
É fundamental que se perceba que o envelhecimento não é somente um “momento na vida do indivíduo, mas um ‘processo’ extremamente complexo e pouco conhecido, com implicações tanto para quem o vivencia como para a sociedade que o suporta ou assiste a ele” (Fraiman, 1995, p.19).
Segundo Bacelar (1999), trata-se de um conjunto de alterações psicofísicas do organismo da pessoa e da sua maneira de interagir com o meio social, no qual está inserida.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o envelhecimento em quatro estágios:
· Meia-idade: 45 a 59 anos;
· Idoso(a): 60 a 74 anos;
· Ancião 75 a 90 anos;
· Velhice extrema: 90 anos em diante;
A característica principal da velhice é o declínio, geralmente físico, que leva a alterações sociais e psicológicas. Os teóricos classificam tal declínio de duas maneiras: a senescência e a senilidade. A senescência é um fenómeno fisiológico e universal, arbitrariamente identificada pela idade cronológica, pode ser considerada um envelhecimento sadio, onde o declínio físico e mental é lento, e compensado, de certa forma, pelo organismo (Pikunas, 1979). A senilidade caracteriza-se pelo declínio físico associado à desorganização mental (Pikunas, 1979). Curiosamente, a senilidade não é exclusiva da idade avançada, mas pode ocorrer prematuramente, pois, identifica-se com uma perda considerável do funcionamento físico e cognitivo, observável pelas alterações na coordenação motora, a alta irritabilidade, além de uma considerável perda de memória.
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